O único suporte da frota com um Claude Code read-only embarcado: ele lê os repositórios, os logs e o contexto do ticket, e devolve um diagnóstico com rascunho de resposta. O atendente humano decide e responde.
O upload falha porque o cliente envia um PDF acima de 10 MB e o limite do gateway está em client_max_body_size 8m. O retorno 413 aparece no nginx, não na aplicação. Rascunho de resposta abaixo — confirme antes de enviar.
// contexto_tecnico { "sistema": "verijus", "erro": "413 Request Entity Too Large", "origem": "nginx › /api/peticoes/upload", "log_ref": "error.log:1182", "causa_provavel": "client_max_body_size 8m", "correcao_sugerida": "elevar p/ 25m + reload", "confianca": 0.92, "acao_da_ia": "diagnostico", "decide": "humano" }
Três etapas determinísticas — sem achismo. Quando a IA não resolve, o caso não se perde: ele é entregue com contexto, ao humano certo.
O Claude Code lê o ticket, cruza com os repositórios e logs em modo read-only e responde dúvidas recorrentes na hora — sem fila, sem esperar humano.
Quando a confiança cai, o caso é roteado por TAG do SaaS e anexa o diagnóstico + contexto técnico. A transição é regra no código — não depende de alguém lembrar.
O atendente abre o ticket já com a análise do Claude Code do lado. Ele decide, edita e responde — a IA nunca fala sozinha com o cliente.
Uma fila unificada para toda a frota. Cada decisão de roteamento, presença e satisfação é mensurável e auditável.
Toda a frota numa fila só. Cada ticket carrega a TAG do SaaS de origem para roteamento exato.
O horário de atendimento é definido no código. Fora dele, o copiloto segura o caso e avisa o prazo real.
Toda resolução dispara uma pesquisa de satisfação por email. A nota é medida, não estimada.
Console interno da frota PreviusIA. O acesso é restrito à equipe de atendimento e operação.
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